3 de setembro de 2010

No Brasil, TV é preterida pela internet

Fonte: 03/09/2010 - Adnews

 

Pelo segundo ano consecutivo, a internet ganhou da televisão na preferência dos brasileiros. A Deloitte realizou uma pesquisa, repercutida pelo MSN Notícias, que mostrou a quantidade de horas gastas no Brasil com as duas plataformas, e a web ganhou.

Por semana, aproximadamente 17 horas são consumidas com a programação da TV, enquanto a internet prende o usuário por 30 horas durante o mesmo período.

A constatação do estudo se reflete no histórico recente da televisão. De 2000 a 2009, a média de aparelhos ligados durante o horário nobre (18h à meia-noite) caiu de 66% para 59%. As cinco maiores emissoras abertas do país, juntas, perderam 4,3 pontos de audiência. Enquanto isso, cresceu em 91% a quantidade de aparelhos utilizados para outros fins – como TV a cabo, games e computadores –, de 3,5 para 6,7 pontos.

De 2000 a 2010, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), subiu de 3,4 milhões para 8,6 milhões o número de assinantes de TV por assinatura no Brasil – crescimento de 152%. Apesar disso, a diferença com o crescimento da internet é descomunal: no mesmo período, saltou de 100 mil para 12,2 milhões a quantidade de pontos fixos de alta velocidade – aumento de 12.100%, segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações.

Apenas no primeiro semestre de 2010, a banda larga móvel (3G) foi de 4,3 milhões de conexões para 10,4 milhões – alta de 141%.

As informações são de Filipe Albuquerque, do MSN Notícias

29 de agosto de 2010

Banda larga popular propõe 100 cidades

As localidades são as primeiras a serem indicadas para receber o Plano Nacional de Banda Larga

Fonte: 27/08/2010 - Mmonline

“Gostaríamos muito de falar em banda larga de 100 megabits, como outros países fizeram. Mas nosso compromisso com a realidade de hoje exige que comecemos com 512 kbps porque mais de 94% dos brasileiros não têm nenhum kbps. E nosso plano começa por quem não tem nada, mediante uma rede que ainda em 2010 conectará a região de menor densidade de acesso em banda larga - o Nordeste - ao Sul e Sudeste. Depois dessa cesta básica de internet rápida, o brasileiro vai poder e querer mais. Aí entra a super banda larga”, disse a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, no 2º. Fórum Brasil Conectado (FBC), que, finalmente, lança o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

O discurso da ministra na abertura do FBC é uma resposta às críticas sobre as baixas taxas de transmissão que o PNBL prevê na comparação com outros países em que essas taxas variam entre 10 Mbps, 20 Mbps e 100 Mbps.

O FCB, que aconteceu esta semana em Brasília (DF), gerou uma proposta com os nomes das 100 primeiras cidades indicadas a receberem o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende levar acessos a partir de 512 kbps a preços de R$ 15 para 35 milhões de residências até 2014.

O critério para a elegibilidade das cidades levou em conta a baixa densidade de banda larga, municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), projeto de interesse social, distribuição por Estado, áreas urbanas pobres e densamente povoadas e áreas rurais e regiões remotas. Embora os argumentos para indicar os municípios sejam esses, entre as primeiras cidades selecionadas estão municípios como Campinas e São Carlos, no Estado de São Paulo que, certamente, não estão dentro desses critérios.

Pela sugestão inicial do FBC, os 15 estados cujas cidades primeiro receberão o PNBL são: Alagoas, com 6 cidades; Bahia, 8; Ceará, 6; Espírito Santo, 7; Goiás, 6; Maranhão, 6; Minas Gerais, 8; Paraíba, 7; Pernambuco, 6; Piauí, 6; Rio de Janeiro, 8; Rio Grande do Norte, 7; São Paulo, 7; Sergipe, 6; Tocantins, 6.

Venda de computadores cresce no primeiro semestre

De acordo com IDC, aumento foi de 32% em comparação ao mesmo período de 2009

Fonte: 27/08/2010 - Mmonline

As vendas de computadores continuam em ascensão no Brasil. Segundo estudo feito pela consultoria IDC Brasil, 3,4 milhões de máquinas foram comercializadas durante o segundo trimestre do ano, número 29% maior do que o apresentado no mesmo período de 2009. No semestre, a alta foi de 32% com 6,4 milhões de computadores vendidos.

Do total, 54% dos computadores vendidos no trimestre foram Desktops contra 46% de notebooks. Isso porque o setor corporativo ainda adquire mais PCs, tendo esses sido responsáveis por 70% das aquisições feitas por empresas no período. Quando observado apenas o ambiente doméstico, porém, os portáteis aparecem na frente.

De acordo com a consultoria, a estimativa é que as vendas fechem 2010 com crescimento de 20% em comparação ao ano passado, com cerca de 13,7 milhões de computadores vendidos. “Também acreditamos em um bom desempenho para 2011 tendo em vista a boa perspectiva de crescimento nos segmentos corporativo e de varejo. Acreditamos também em um destaque para o governo, que deverá adquirir até 1,2 milhões de máquinas por conta do programa Um Computador Para Todos”, comenta Luciano Crippa, coordenador de pesquisas do IDC Brasil.

25 de agosto de 2010

Google poderá lançar serviço de chamada telefônica

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Fonte: 25/08/2010 - Adnews

Com a intenção de ser uma central de comunicação, o Google pretende lançar nos próximos meses novo serviço que permitirá o usuário realizar chamadas telefônicas. As informações são de Jacqueline Lafloufa do Geek.

A nova ferramenta estaria embutida na janela de chats do Google Talk, que funciona dentro do Gmail. Segundo as informações, as chamadas dentro do território norte-americano ou canadense seriam gratuitas, e as internacionais teriam uma taxa.

Oficialmente, o Google preferiu não se pronunciar sobre o assunto e que “no momento, não existe nada específico a ser anunciado pela empresa”.

17 de agosto de 2010

Brasil é o primeiro a realizar Censo em sua internet

Fonte: Adnews - 17/08/2010

O Brasil se tornou o primeiro do mundo a realizar um Censo em sua internet. A pesquisa vai realizar estudos sobre a rede formada pelos sites de acesso público - identificadas pelos domínios “.br”, “.com.br”, “.org.br”, “.net.br”, “.gov.br”  e prevê criar e divulgar indicadores de todos os sites hospedados nos país. As informações são do IDGNow.

O projeto, intitulado Censo na Web.br, é de responsabilidade do Comitê Gestor de internet no Brasil (CGI.br) e analisará o tamanho total da Web brasileira, incluindo o número de sites e páginas na rede, além do tamanho em Gigabytes. Ele focará também na proporção de sites utilizando o padrão IPv6, distribuição do uso de idiomas, dimensão de tipos de tecnologias usadas nos sites, idade das páginas, geolocalização dos servidores IP e sincronização de tempo dos servidores web.

A primeira etapa examinará os dados da web brasileira governamental, ou seja, os sites sob domínio “.gov.br”. Durante o ano, a proposta segue gradualmente com os demais domínios. O CGI pretende entregar o Censo completo até o começo de 2011, porém, a entidade preferiu não estipular uma periodicidade para divulgação dos resultados.

31 de julho de 2010

E-commerce movimentará R$ 590 mi no Dia dos Pais

Valor deverá provir, sobretudo, de compras de itens eletrônicos e de artigos de informática e acessórios automotivos

30/07/2010 mmonline

Os filhos deverão recorrer também à internet na hora de escolher os presentes do Dia dos Pais, celebrado no próximo dia 8 de agosto. De acordo com a consultoria e-bit, a data deverá ser responsável por uma grande movimentação do comércio online o faturamento obtido com as vendas digitais deverá ser 35% superior ao do ano passado.


Segundo a empresa especializada, o Dia dos Pais deste ano deverá movimentar R$ 590 milhões, um montante bem superior aos R$ 437 milhões gerados em 2009. O valor deverá provir, sobretudo, de compras de itens eletrônicos (como televisores, MP3 players, DVD’s, etc) e de artigos de informática e acessórios automotivos.

O e-bit acredita que o incremento do comércio online para a compra de produtos de valor mais elevado está ligado também à facilidade de pagamento concedida pelos varejistas online, que costumam oferecer um longo prazo para a quitação dos produtos.

O faturamento do e-commerce no Dia dos Pais vem crescendo anualmente desde 2007, quando o setor passou a ser avaliado pelo e-bit. No primeiro ano da análise, o Dia dos Pais conseguiu movimentar um total de R$ 231 milhões em comércio eletrônico; em 2008, o número ficou em R$ 338 milhões, saltando para R$ 437 milhões em 2009.

30 de julho de 2010

Brasil é 42º em ranking de economia digital

Fonte: 29/07/2010 - Adnews

Oitava maior economia do mundo, o Brasil aparece em apenas 42º  Ranking Economia Digital 2010, produzido anualmente pela divisão de consultoria da IBM e pela Unidade de Inteligência do The Economist. O estudo avalia o potencial das nações em absorver novas tecnologias e utilizá-las a serviço da informação e da comunicação.

Em sua 11ª edição, a pesquisa tem por objetivo avaliar a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e comunicação e aplicá-las a favor do desenvolvimento econômico e social.

A Suécia, com 8,49 pontos, é a líder da pesquisa, seguida pela Dinamarca – primeira posição de 2009 –, Estados Unidos e Finlândia. Na América Latina, o Brasil ocupa o 2º lugar do ranking, perdendo para o Chile, em 30º na classificação geral.

Com pontuação total de 5.27 do total de 10, o país manteve a mesma posição do ano passado, ainda que com uma nota inferior à dos 5.42 pontos conquistados em 2009. Também estão na pesquisa a Argentina (46ª posição), Peru (53º), Venezuela (55º) e Equador (60º). Já entre os países do BRIC, o Brasil manteve a liderança, apresentando o melhor ambiente geral para o crescimento do e-commerce.

Segundo o estudo, o Brasil subiu 08% na categoria “ambiente de negócios”, com melhores pontuações em oportunidade de mercado (7.8 pontos) e melhor política de investimento estrangeiro (7.75). Entretanto, o país piorou seu desempenho em “visão e política do governo” e “ambiente social e cultural”, com queda na nota de nível educacional de 7.5 para 6 pontos.

A categoria “infraestrutura de tecnologia e conectividade” revela que a Internet alcançou um percentual de crescimento menor que em 2009 e, por isso, o Brasil recebeu nota 3.  Já o acesso a celulares cresceu neste ano, o que rendeu 9 pontos, a melhor pontuação do País em todas as categorias do ranking. O estudo não aponta alterações nas notas de “ambiente jurídico” e “adoção por empresas e consumidores” no país.

O Ranking Economia Digital 2010 já trabalha com a constatação de que hoje o acesso de indivíduos e organizações à Internet e a redes de telecomunicações não é apenas uma exclusividade dos ricos, o que justificou a atualização no nome e de alguns dos critérios de avaliação.

Nesta edição, foram avaliados os quesitos qualidade de banda larga e conexões de fibra e 3G, o que provocou queda de posição em alguns dos países europeus e norte-americanos que aparecem entre os 10 primeiros. Neles, a disponibilidade de conexões ultra-rápidas ainda precisa ser desenvolvida. Em contrapartida, economias asiáticas que investiram pesado na próxima geração de infraestrutura para Internet, subiram consideravelmente no ranking. “No cenário de economia digital é indispensável que os serviços de data e voz sejam confiáveis, convenientes e acessíveis”, diz Felipe Botto, Líder da Prática de Estratégia e Transformação da IBM Brasil. Em toda a trajetória do estudo, o Brasil alcançou sua melhor posição em 2006, ocupando a 41ª posição.

“Para um forte avanço no desenvolvimento digital é necessário ações em diferentes frentes. Na Suécia, a atenção do governo para a tecnologia da informação, o empenho na educação e desenvolvimento cultural ajudam no crescimento do número de usuários de serviços digitais”, completa Botto.

Confira a lista:
1° Suécia 8.49
2° Dinamarca 8.41
3° Estados Unidos 8.41
4° Finlândia 8.36
5° Holanda 8.36
6° Noruega 8.24
7° Hong Kong 8.22
8° Cingapura 8.22
9° Austrália 8.21
10° Nova Zelândia 8.07
11° Canadá 8.05
12° Taiwan 7.99
13° Coréia do Sul 7.94
14° Reino Unido 7.89
15° Áustria 7.88
16° Japão 7.85
17° Irlanda 7.82
18° Alemanha 7.80
19° Suíça 7.72
20° França 7.67
21° Bélgica 7.52
22° Bermudas 7.47
23° Malta 7.32
24° Espanha 7.31
25° Estônia 7.06
26° Israel 6.96
27° Itália 6.92
28° Portugal 6.90
29° Eslovénia 6.81
30° Chile 6.39
31° República Checa 6.29
32° Emirados Árabes Unidos 6.25
33° Grécia 6.20
34° Lituânia 6.14
35° Hungria 6.06
36° Malásia 5.93
37° Letónia 5.79
38° Eslováquia 5.78
39° Polônia 5.70
40° África do Sul 5.61
41° México 5.53
42° Brasil 5.27
43° Turquia 5.24
44° Jamaica 5.21
45° Bulgária 5.05
46° Argentina 5.04
47° Romênia 5.04
48° Trinidad & Tobago 4.98
49° Tailândia 4.86
50° Colômbia 4.81
51° Jordânia 4.76
52° Arábia Saudita 4.75
53° Peru 4.66
54° Filipinas 4.47
55° Venezuela 4.34
56° China 4.28
57° Egito 4.21
58° Índia 4.11
59° Rússia 3.97
60° Equador 3.90
61° Nigéria 3.88
62° Vietnã 3.87
63° Sri Lanka 3.81
64° Ucrânia 3.66
65° Indonésia 3.60
66° Paquistão 3.55
67° Cazaquistão 3.44
68° Argélia 3.31
69° Irã 3.24
70° Azerbaijão 3.00

28 de julho de 2010

Mídia brasileira cresce e fatura R$ 9,8 bilhões

Fonte: 27/07/2010 – Adnews/Informações Mmonline

O Brasil faturou cerca de R$ 9,8 bilhões com publicidade nos primeiros cinco meses de 2010. Os dados, apresentados pelo Projeto Inter-Meios nesta terça-feira (27), demonstram que o setor cresceu 27,25% em faturamento na comparação com o mesmo período em 2009. A pesquisa é feita pelo Grupo M&M com base em informações dos próprios veículos e por meio de auditoria da PricewaterhouseCoopers.
Embalada pela Copa do Mundo, a TV se destacou ao registrar 63,66% de share (participação no bolo publicitário) entre janeiro e maio. O meio teve alta de 34,76%, com faturamento acumulado de R$ 6,3 bilhões.
Em termos de crescimento, a internet foi a que mais se aproximou da televisão. Os investimentos publicitários em web subiram 34,05% em relação ao ano passado, com faturamento em torno de R$ 414,3 milhões. Já o pior desempenho foi marcado pela categoria Guias e listas, que apresentou decréscimo de 8,69% e valor acumulado de R$ 126,8 milhões.

Em termos gerais, maio foi um bom mês para a publicidade no Brasil. O setor apresentou crescimento de 31,68% em relação ao mesmo mês de 2009.

Veja o ranking de investimento de janeiro a maio:

Meio

Flutuação

Valor investido

TV

34,76%

R$ 6,3 bilhões

Internet

34,05%

R$ 414,3 milhões

TV por assinatura

33,17%

R$ 340,5 milhões

Mídia exterior

19,70%

R$ 297 milhões

Revista

18,74%

R$ 658,7 milhões

Rádio

18,56%

R$ 420 milhões

Cinema

14,08%

R$ 30,5 milhões

Jornal

7,84%

R$ 1,3 bilhão

Guias e listas

-8,69%

R$ 126,8 milhões

Total:

R$ 9,8 bilhões

Brasil é 5º país com maior número de internautas

27/07/2010 –Adnews/Informação UOL

Dentre os 20 países com o maior número de internautas, o Brasil ocupa a 5ª colocação com 72 milhões de usuários, segundo o levantamento feito pelo site Royal Pingdom divulgado nesta terça-feira (27). A China está na primeira colocação, com 420 milhões, seguida por Estados Unidos, com 234,4 milhões, Japão, 99,1 milhões, e Índia, 81 milhões. Com os dados do Internet World Stats – site que reúne informações relacionadas à internet - a pesquisa informa que 1,8 bilhões de pessoas acessam à web porém, 1,6 bilhões estão concentrados em dez países. Os países com maior penetração na rede, ou seja, porcentagem da população que acessa a internet são Reino Unido (82,5%), Coreia do Sul (81,8%), Alemanha (79,1%), Japão (78,2%) e Estados Unidos (76,3%). O levantamento foi baseado apenas em números absolutos. Para demonstrar que o acesso a web em países populosos é relativo, o Royal Pingdom comparou a quantidade de usuários com o número de habitantes. No Brasil, por exemplo, dos 198,7 milhões de habitantes, 72 milhões são internautas – quase um terço dos brasileiros acessa a rede.

26 de julho de 2010

Brasil lidera o e-commerce na América Latina

Fonte: Artigos - www.mundodomarketing.com.br

Por Sandra Turchi*

Segundo levantamento do instituto comScore, a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A A.L. representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%. Ficamos à frente apenas da África, com 7%. O Brasil cresceu 23% no último ano em acessos domésticos ou do trabalho, locais mais utilizados para compras on-line. Dentre as categorias com destaque estão o setor automobilístico, viagens, classificados e varejo.

O tempo gasto pelos brasileiros na web é o maior, fator influenciado pela não existência ainda de banda larga em grande escala. Falando-se em atividades on-line, na A.L., as buscas estão em primeiro lugar, com 85,5% e o acesso às redes sociais em segundo, com 81,9%, seguidos por e-mail, entretenimento e mensagens instantâneas. A atividade de compras ficou em sétimo lugar, com 62,1%, que se equipara à média mundial, o que demonstra que o e-commerce na região ainda está em crescimento se comparado aos EUA que tem 83,6%. Outro dado interessante é que 98% das pessoas que visitam sites de e-commerce também visitaram sites de buscas no mesmo período.

Aliás, a média de buscas feitas na A.L. supera a de todos os outros continentes, sendo que os campeões são Colômbia, México e Venezuela. O Google é a empresa com maior participação por aqui, com uma média de 65%, em relação a 50%, no restante do mundo. Comparação de preços é um item muito importante. Na A.L. ele alcança a média de 21,5% das atividades, próximo à mundial de 23,7%. Nesse quesito, os americanos estão na frente, com 39%, e os brasileiros se destacam em segundo, com 33,8%, sendo o Buscapé líder nesse campo.

Dentre as categorias de compras que o Brasil está acima da média na A.L. estão livros, lojas de departamentos, esportes, filmes, cosméticos, perfumes e shoppings. E as que ficam abaixo são hardware, flores e presentes, música, tickets, brinquedos, joias e bens de luxo, o que demonstra oportunidades a serem exploradas.

O País é líder no e-commerce, embora tenha apenas 35% da audiência, e contou com 61% dos gastos na região, em 2009. Um fato interessante é que 95% dos nossos ‘e-buyers’ adquirem produtos de sites na própria A.L., principalmente do Brasil. Comparando, por exemplo, com Porto Rico, em que 95% das compras são provenientes de fora da A.L., podemos crer que nossa performance se deve a fatores não apenas comerciais, mas também culturais.

Dentre os players com crescimento, acima de 10% em audiência no último ano, temos Mercadolivre, Americanas.com, Netshoes, Submarino, Casas Bahia, Ponto Frio, Extra.com, Magazine Luiza, Walmart, Carrefour, FastShop, FNAC e destaque para o Privália - site voltado para público de luxo - com um acréscimo extraordinário de 499%!

Esses grandes competidores têm investido em melhorar a experiência do consumidor, trazendo mais segurança às compras on-line. O que deve ser ainda aprimorado é a questão do engajamento. Mas, como podemos perceber, há um grande espaço para crescimento do e-commerce nacional.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de São Paulo, Coordenadora do curso de Estratégias de Marketing Digital na ESPM e VP de Marketing da ABRAREC. Blog: www.sandraturchi.com.br Twitter: @sandraturchi Email: sturchi@acsp.com.br

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