31 de julho de 2010

E-commerce movimentará R$ 590 mi no Dia dos Pais

Valor deverá provir, sobretudo, de compras de itens eletrônicos e de artigos de informática e acessórios automotivos

30/07/2010 mmonline

Os filhos deverão recorrer também à internet na hora de escolher os presentes do Dia dos Pais, celebrado no próximo dia 8 de agosto. De acordo com a consultoria e-bit, a data deverá ser responsável por uma grande movimentação do comércio online o faturamento obtido com as vendas digitais deverá ser 35% superior ao do ano passado.


Segundo a empresa especializada, o Dia dos Pais deste ano deverá movimentar R$ 590 milhões, um montante bem superior aos R$ 437 milhões gerados em 2009. O valor deverá provir, sobretudo, de compras de itens eletrônicos (como televisores, MP3 players, DVD’s, etc) e de artigos de informática e acessórios automotivos.

O e-bit acredita que o incremento do comércio online para a compra de produtos de valor mais elevado está ligado também à facilidade de pagamento concedida pelos varejistas online, que costumam oferecer um longo prazo para a quitação dos produtos.

O faturamento do e-commerce no Dia dos Pais vem crescendo anualmente desde 2007, quando o setor passou a ser avaliado pelo e-bit. No primeiro ano da análise, o Dia dos Pais conseguiu movimentar um total de R$ 231 milhões em comércio eletrônico; em 2008, o número ficou em R$ 338 milhões, saltando para R$ 437 milhões em 2009.

16 de setembro de 2009

E-commerce tem recorde de satifação

Fonte:

O “Índice de Confiança do e-consumidor” registrou a marca de 87,29% de consumidores satisfeitos com o resultado das compras feitas pela internet no mês de agosto. O desempenho supera o resultado de julho que já havia sido o maior de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2009.

O acompanhamento deste indicador é feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

Apesar de demonstrar um crescimento pequeno em relação ao mês anterior, o  resultado de agosto consolidou a satisfação do comprador virtual na casa dos 87%.

“Consideramos que este é um patamar suficientemente forte para enfrentar os últimos meses do ano. Nesta época a demanda tradicionalmente aumenta e os sites demonstram estarem preparados para evitar problemas.”, comenta o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.

O diretor da e-bit, Pedro  Guasti explica que a empresa coletou 128.743 pesquisas em mais de 1.800 lojas virtuais de todo o Brasil entre os dias 1 e 31 de agosto. “Ao todo já foram mais de 883 mil pesquisas desde janeiro deste ano”, afirma.

Os critérios aos quais os consumidores foram incentivados a fazer a avaliação foram: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

24 de julho de 2009

Comércio eletrônico tem 86,11% de aprovação do consumidor

Fonte: Adnews

O comércio eletrônico brasileiro chegou ao final do primeiro semestre aprovado por 86,11% das pessoas que usaram a internet para fazer compras. Esta foi a média do desempenho apurado mês a mês, de janeiro a junho, no “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS).

O trabalho revela uma variação próxima a um ponto percentual entre o período com a maior e a menor marca de satisfação. No mês de fevereiro 85,59% dos consumidores se diziam satisfeitos com o serviço prestado pelas lojas eletrônicas. Já em junho a proporção de compradores satisfeitos saltou para 86,57%.

“O percentual de pessoas que declaram ter suas expectativas plenamente atendidas vem sendo sempre maior do que o mês anterior desde março. É um  demonstrativo de superação do setor uma vez que o comércio eletrônico tem recebido novos usuários a cada dia  com perfis sociais cada vez menos acostumados a fazer compras não presenciais”, afirma o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.  

O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que a empresa colheu mais de 635 mil questionários entre janeiro e junho de 2009 para chegar a estes resultados. Por meio deles os compradores foram incentivados a avaliar o desempenho das lojas virtuais em quesitos como: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Em 2008 o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 8,2 bilhões, em compras. Para 2009 a expectativa é de que este valor ultrapasse a casa dos R$ 10 bilhões e registre um crescimento aproximado de 35% em relação ao ano anterior. O MIS é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

2 de julho de 2009

Comércio eletrônico cresce e fatura 20% a mais

Fonte: Adnews

As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. É o que mostra o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O levantamento mostra que 86,45% dos usuários destes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas transações. Este foi o recorde do ano.

Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações. “Maio é o segundo período mais importante do varejo. Tivemos um volume maior de compras neste mês do que em qualquer outro do ano, devido à sazonalidade e também ao próprio crescimento vegetativo do negócio. Com um aumento destes seria natural o registro de alguns problemas em itens especificamente relacionados principalmente à logística, mas felizmente não foi isto o que aconteceu”, disse.

O MIS é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que para chegar a este resultado a empresa colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por meio deles as pessoas são convidadas a opinar sobre os dez seguintes quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

A e-bit anunciou recentemente que o período do Dia das Mães deste ano registrou um faturamento de R$ 440 milhões no e-commerce. Já no Dia dos Namorados, embora os dados ainda não tenham sido consolidados, a expectativa era de que o setor movimentasse R$ 390 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.

Guasti lembra que o indicador de 86,45% de satisfação é o maior do ano, com 0,14 pontos percentuais de crescimento sobre o mês de abril e mostra uma clara evolução desde o início da apuração deste índice, no mês de janeiro, quando o patamar havia sido de 85,87%. De janeiro a maio foram colhidos 529.832 questionários em lojas virtuais de todo o país.
presa.com.br).

26 de maio de 2009

E-commerce movimenta R$ 2,3 bi no 1º trimestre

Fonte: W/News - Adnews

O comércio eletrônico no Brasil faturou nos três primeiros meses do ano cerca de R$ 2,3 bilhões. O resultado é 25% do fechado no mesmo período de 2008, segundo informações divulgadas pela e-bit.

O resultado do primeiro trimestre equivale a 50% da previsão da e-bit para este semestre, que deverá ser de R$ 4,5 bilhões. Nos 12 meses de 2008, o setor movimentou no total R$ 8,2 bilhões.

Cenário

Pela análise da e-bit, o market share do e-commerce está mais distribuído. Antes, a participação ficava concentrada mais nos grandes varejistas. Entre 2008 e 2009, as redes perderam 6,45% de mercado. Já os pequenos e médios cresceram 1,25%.

“Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança, algo que não é exclusivo dos líderes do mercado. Hoje, a procura é pela melhor oferta, e não pela maior loja. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

No entanto, para o diretor, é fundamental continuar sendo cuidadoso quando se está comprando online. “Verificar a credibilidade dessas lojas desconhecidas é imprescindível antes de fazer uma operação online. As pessoas não podem ser ingênuas e acreditarem em ofertas fora da realidade do mercado”, explicou Guasti.

18 de maio de 2009

E-commerce satisfaz mais de 86 % dos consumidores brasileiros

Fonte: Adnews

O Comércio Eletrônico brasileiro foi aprovado por 86,3% das pessoas que compraram algum item pela Internet no mês de abril. Esta é a principal constatação do “Índice de Confiança do e-Consumidor” que acaba de ser lançado pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

O patamar de aprovação alcançado em abril foi o maior do ano, já que nos três meses ateriores (janeiro, fevereiro e março) a satisfação dos compradores havia ficado em 85,87%, 85,59% e 85,90%, respectivamente. “Estes números estão bem próximos dos índices de satisfação registrados nos EUA, por exemplo, onde a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil. Este resultado positivo é uma prova de que, apesar de certa dose de alarmismo, o Comércio Eletrônico brasileiro é seguro e atende às expectativas dos consumidores”, afirma o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.

Andrade comenta que o lançamento do “Índice de Confiança do e-Consumidor”, em parceria com a e-bit, proporcionará um acompanhamento mais próximo da relação das lojas eletrônicas com seus clientes. “Teremos um termômetro divulgado mensalmente e mostraremos com isso que, adotando um comportamento seguro, o usuário pode sim confiar na Internet como uma forma de fazer compras com maior comodidade, rapidez e praticidade”, diz.

25 de março de 2009

e-commerce deverá ultrapassar marca dos 15 milhões de consumidores no 1° semestre

Alimentado pela crescente participação das mulheres, e-commerce deverá ultrapassar marca dos 15 milhões de consumidores no 1° semestre. O número de consumidores brasileiros que comparam pela internet chegou a 13,2 milhões  em 2008, aumento de 39% em relação a 2007, segundo dados da 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit e divulgado nesta terça-feira (17/03). O volume de e-consumidores foi alimentado pela crescente participação da classe C nas compras online. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até 3 mil reais representaram 60% dos novos e-consumidores em 2008. A participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro cresceu de 37% em 2007 para 42% em 2008. O perfil do consumidor online também passou por modificações. Em 2008, a presença das mulheres ultrapassou a dos homens em volume de compras online e agora representa 51% dos e-consumidores. A participação de internautas com mais de 50 anos de idade também cresceu e representou 19% da base de e-consumidores em 2008. O e-bit já havia divulgado em janeiro que o e-commerce brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais durante o ano passado, crescimento de 30% em relação a 2007. “O valor ainda seria mais alto (8,6 bilhões de reais) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo”, observa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente 10 bilhões de reais. Agora, a consultoria estima que o setor deverá movimentar 4,2 bilhões de reais até julho, acréscimo de 800 milhões de reais em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A soma do primeiro semestre de 2009 supera o faturamento do e-commerce em todo o ano de 2006, compara Guasti. Para o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Até o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores online. Entre as categorias mais populares entre os brasileiros em 2008, a de Livros mantém a ponta folgada, com 17% de participação, seguida por Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%). (Fonte: IDG Now)

24 de março de 2009

Estudo revela que pessoa com o hábito de comprar pela internet ficam mais satisfeita com as lojas virtuais do que com as físicas

Um estudo conduzido pela ForeSee Results, com consumidores norteamericanos, revela que as pessoa que tem o hábito de comprar pela internet está mais satisfeita com as lojas virtuais do que com as físicas. No Brasil, não é diferente. Uma pesquisa realizada pela e-bit, no primeiro semestre do ano passado, intitulada “Hábitos e Tendências de Consumo pela internet”, mostrava que 86,48% dos clientes on-line estavam satisfeitos com o mecanismo de compra oferecido pelas lojas virtuais. Ainda de acordo com o estudo, os quesitos que mais contribuem para o índice de satisfação do consumidor são entrega no prazo, qualidade no atendimento e navegação.

23 de março de 2009

2008 Agitado

O ano de 2008 foi agitado para o comércio virtual. Para se ter uma ideia, o tíquete médio do consumidor aumentou cerca de 8,61% no ano que se encerrou, frente a 2007, passando de R$ 302 para R$ 328. E, se 2008 foi bom, a perspectiva para 2009, apesar da crise, também será positiva. Mesmo com uma previsão menor, se comparada aos anos anteriores, o comércio pela internet deve alcançar a marca inédita de 2 dígitos de bilhão de faturamento, crescendo nominalmente entre 20% e 25%, frente a 2008, alcançando pelo menos R$ 10 bilhões.

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