25 de agosto de 2010

Google poderá lançar serviço de chamada telefônica

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Fonte: 25/08/2010 - Adnews

Com a intenção de ser uma central de comunicação, o Google pretende lançar nos próximos meses novo serviço que permitirá o usuário realizar chamadas telefônicas. As informações são de Jacqueline Lafloufa do Geek.

A nova ferramenta estaria embutida na janela de chats do Google Talk, que funciona dentro do Gmail. Segundo as informações, as chamadas dentro do território norte-americano ou canadense seriam gratuitas, e as internacionais teriam uma taxa.

Oficialmente, o Google preferiu não se pronunciar sobre o assunto e que “no momento, não existe nada específico a ser anunciado pela empresa”.

26 de julho de 2010

Brasil lidera o e-commerce na América Latina

Fonte: Artigos - www.mundodomarketing.com.br

Por Sandra Turchi*

Segundo levantamento do instituto comScore, a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A A.L. representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%. Ficamos à frente apenas da África, com 7%. O Brasil cresceu 23% no último ano em acessos domésticos ou do trabalho, locais mais utilizados para compras on-line. Dentre as categorias com destaque estão o setor automobilístico, viagens, classificados e varejo.

O tempo gasto pelos brasileiros na web é o maior, fator influenciado pela não existência ainda de banda larga em grande escala. Falando-se em atividades on-line, na A.L., as buscas estão em primeiro lugar, com 85,5% e o acesso às redes sociais em segundo, com 81,9%, seguidos por e-mail, entretenimento e mensagens instantâneas. A atividade de compras ficou em sétimo lugar, com 62,1%, que se equipara à média mundial, o que demonstra que o e-commerce na região ainda está em crescimento se comparado aos EUA que tem 83,6%. Outro dado interessante é que 98% das pessoas que visitam sites de e-commerce também visitaram sites de buscas no mesmo período.

Aliás, a média de buscas feitas na A.L. supera a de todos os outros continentes, sendo que os campeões são Colômbia, México e Venezuela. O Google é a empresa com maior participação por aqui, com uma média de 65%, em relação a 50%, no restante do mundo. Comparação de preços é um item muito importante. Na A.L. ele alcança a média de 21,5% das atividades, próximo à mundial de 23,7%. Nesse quesito, os americanos estão na frente, com 39%, e os brasileiros se destacam em segundo, com 33,8%, sendo o Buscapé líder nesse campo.

Dentre as categorias de compras que o Brasil está acima da média na A.L. estão livros, lojas de departamentos, esportes, filmes, cosméticos, perfumes e shoppings. E as que ficam abaixo são hardware, flores e presentes, música, tickets, brinquedos, joias e bens de luxo, o que demonstra oportunidades a serem exploradas.

O País é líder no e-commerce, embora tenha apenas 35% da audiência, e contou com 61% dos gastos na região, em 2009. Um fato interessante é que 95% dos nossos ‘e-buyers’ adquirem produtos de sites na própria A.L., principalmente do Brasil. Comparando, por exemplo, com Porto Rico, em que 95% das compras são provenientes de fora da A.L., podemos crer que nossa performance se deve a fatores não apenas comerciais, mas também culturais.

Dentre os players com crescimento, acima de 10% em audiência no último ano, temos Mercadolivre, Americanas.com, Netshoes, Submarino, Casas Bahia, Ponto Frio, Extra.com, Magazine Luiza, Walmart, Carrefour, FastShop, FNAC e destaque para o Privália - site voltado para público de luxo - com um acréscimo extraordinário de 499%!

Esses grandes competidores têm investido em melhorar a experiência do consumidor, trazendo mais segurança às compras on-line. O que deve ser ainda aprimorado é a questão do engajamento. Mas, como podemos perceber, há um grande espaço para crescimento do e-commerce nacional.

* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP - Associação Comercial de São Paulo, Coordenadora do curso de Estratégias de Marketing Digital na ESPM e VP de Marketing da ABRAREC. Blog: www.sandraturchi.com.br Twitter: @sandraturchi Email: sturchi@acsp.com.br

20 de julho de 2010

Google testa novo layout para buscador de imagens

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Google testa novo layout para buscador de imagens

20/07/2010 Adnews/Olhar Digital

Imagens menos espaçadas, nome do arquivo, tamanho e links escondidos - para melhor visualização da página - estão entre as novidades testadas pelo Google em sua nova interface para busca de imagens.

Um número limitado de usuários já pode conferir o novo lay out, que traz outras novidades como a extinção da barra branca no topo da tela mostrando uma miniatura.

Agora, a imagem aparece em um modal por cima da página que a hospeda e as informações sobre a foto estão disponíveis em uma coluna na lateral direita da tela.

16 de julho de 2010

Lucro do Google atinge US$ 1,84 bilhão

Lucro do Google atinge US$ 1,84 bilhão

Fonte: 16/07/2010 Adnews - Reuters

O Google registrou no segundo trimestre de 2010 um avanço de 24% na sua receita, mas o seu lucro ficou abaixo das estimativas de Wall Street, fazendo com que as ações da companhia caíssem cerca de 4% nessa quinta-feira (15).

A maior empresa do setor de buscas na internet reportou lucro líquido de US$ 1,84 bilhão, ou US$ 5,71 por ação, acima de US$ 1,48 bilhão, ou US$ 4,66 por ação, um ano antes.

Excluindo-se itens não recorrentes, os ganhos por ação do Google foram de US$ 6,45 por ação, abaixo dos US$ 6,52 esperados por analistas, de acordo com uma pesquisa da Thomson Reuters I/B/E/S.

O Google afirmou ainda que a receita nos três meses encerrados em 30 de junho totalizou US$ 6,82 bilhões, acima dos US$ 5,52 bilhões do mesmo período do ano passado.

A receita líquida, que exclui os custos do Google com parceiros em websites, foi de US$ 5,09 bilhões, acima dos US$ 4,98 bilhões esperados pela média dos analistas, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

As ações do Google caíram para US$ 473,55 após terem fechado a US$ 494,02 na Nasdaq.

25 de setembro de 2009

Google lança ferramenta de comentários Sidewiki

Fonte: Adnews

O Google anunciou nesta quarta-feira (23), em seu blog oficial, o lançamento da ferramenta Sidewiki.

A nova ferramenta trata-se de uma barra lateral que aparece em qualquer site, onde é possível escrever e ler comentários a respeito da página visitada.

“Esteja você pesquisando sobre conselhos para evitar doenças cardíacas ou procurando museus para visitar em Nova York, muitas outras pessoas já o fizeram também. E elas poderiam acrescentar o próprio conhecimento pelo caminho”. Informou o blog da empresa.

Além disso, os comentários e os usuários ganharão pontuações. Dessa maneira,  serão selecionadas as anotações mais úteis possíveis em cada página, e não simplesmente as últimas.

Outro ponto chamativo é que os comentários não vão aparecer somente no endereço em que os internautas postarem. “Por exemplo, um comentário sobre um discurso do presidente [dos EUA Barack] Obama vai aparecer em todas as páginas que incluam a mesma citação”, explica o Google.

A ferramenta pode ser utilizada como plugin no Google Toolbar [barra de ferramentas], aplicável aos navegadores Firefox e Internet Explorer. Ironicamente, ainda não é possível utilizá-la no Chrome, o próprio navegador do Google.

Informações Folha Online

16 de setembro de 2009

Google é o preferido dos internautas brasileiros

Fonte: Meio & Mensagem - mmonline

Segundo pesquisa da comScore, quase um terço de todo o tempo de navegação na web no mês de junho foi dedicado às páginas e aos serviços do conglomerado de buscas


Quase um terço de todo o tempo que os brasileiros passaram na internet no último mês de julho foi dedicado às páginas do Google. Os dados resultam de uma pesquisa realizada pela consultoria comScore, que apontou que 29,8% do tempo de navegação online dos internautas brasileiros foi dedicado ao buscador, aos mapas, aos serviços ou às redes sociais e de compartilhamento (como Orkut e YouTube) do Google.

O levantamento da comScore coloca o Brasil na posição de liderança entre as nações que mais utilizam os serviços e as ferramentas do gigante das buscas. Em segundo lugar, de acordo com a pesquisa, ficou a Índia (com uma média percentual de 28,9% de tempo gasto nas páginas do Google no mês de junho) e a terceira posição ficou com a Irlanda, com um tempo médio de 15,9% de utilização do Google em junho.

Os resultados da pesquisa demonstram a grande penetração do Google entre os internautas brasileiros. Ainda de acordo com a comScore, 89,5% do total de todas as pesquisas realizadas nos buscadores da internet no Brasil são feitas através do Google. O serviço de mapas (Google Mapas) também conquistou a preferência dos brasileiros que buscam destinos e rotas. Em junho, 70,9% do tempo de navegação da internet dedicado a esse tipo de busca foi dedicado à ferramenta do Google. E, além de ser a preferência do público internauta nas buscas, o Google também é o preferido nos quesitos de redes sociais e de portais de compartilhamento de vídeos.

Segundo ao comScore, de todo o tempo que os internautas brasileiros dedicaram ás redes sociais no último mês de junho, 96% foi dedicado ao Orkut, o site do gênero de maior popularidade no País. Para assistir a vídeos, o YouTube também é a primeira opção da maioria dos internautas. De todo o tempo despendido na busca de vídeos na web, 91,6% foi dedicado ao YouTube.

Apenas a rede de compartilhamento de fotos Picasa Network e o serviço de correio eletrônico Gmail não alcançaram o primeiro lugar entre as preferências dos internautas brasileiros no mês de junho. Segundo os dados da consultoria, o tempo dedicado à navegação no Picasa correspondeu à 8,9% do total dedicado à exploração de portais de fotografias. Já o tempo gasto para a troca de mensagens e utilização do Gmail correspondeu a 9,7% do total gasto pelos brasileiros nos serviços de correio eletrônico disponíveis na web.

Confira abaixo o desempenho das ferramentas do Google e seu percentual de participação - de acordo com a categoria correspondente - no tempo total de navegação dos internautas brasileiros em junho:

Buscas - 89,5%
Rede social (Orkut) - 96%
Mapas (Google Maps) - 70,9%
Fotos (Picasa Network) - 8,9%
Blogs (Blogger) - 43,7%
Vídeos/Canal Multimídia (YouTube) - 91,6%
E-mail (Gmail) - 9,7%

7 de agosto de 2009

Novo beta do Google Chrome é mais veloz e traz novos recursos

Fonte: IDG Now!

Navegador é até 23% mais rápido que seu antecessor, apontam testes. Google melhora página inicial, suporte a HTML 5 e implementa fundos.

O Google lançou na quarta-feira (5/8) o novo beta do seu navegador Chrome. A promessa de um post no blog oficial é que a versão 3.0.195.4 é mais veloz e possui mais recursos.

Entre eles está a nova página inicial de abas, onde o Chrome mostra miniaturas dos sites mais visitados. Agora, os usuários podem reorganizar as imagens segundo sua preferência.

Além disso, ainda nesta página, os usuários podem escolher um site que não sumirá porque ele visitou vários outros na mesma semana. As novidades permitem que o usuário escolha o que deseja ver no local, indo além das sugestões do algoritmo do navegador.

A barra de endereços mudou de layout e possui pequenos ícones que mostram se um resultado sugerido vem da internet, do histórico de navegação ou dos favoritos do internauta.

O novo beta do Chrome ainda implementa suporte para temas a serem usados como ‘papel de parede’ do navegador, por meio da Themes Gallery. A versão melhora ainda o suporte à linguagem de navegação HTML 5, incluindo funcionalidades de tags para vídeos.

Quanto ao desempenho, foram testados o beta atual e o Chrome 2.0.172.39 - versão anterior -, ambos em um PC com chip Core i7 920.

Os testes mostram, com o programa V8, que avalia a performance JavaScript (do próprio Google), que a velocidade da ferramenta é 23% maior. Já com o teste SunSpider, a performance é 20% mais rápida. O Google prometeu, no post, desempenho 30% melhor.

24 de julho de 2009

Google deve lançar Wave em setembro

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Fonte: UOL Gigablog - Adnews

O Google Wave, ferramenta da empresa que mistura e-mail, mensagens instantâneas e wikis, além de uma infinidade de complementos, deve ser lançado em setembro.

O serviço híbrido foi anunciado pelo Google em maio e já foi aberto a cerca de 6 mil colaboradores. A empresa planeja convidar mais 20 mil pessoas a testarem o Wave nos próximos meses e, no dia 30 de setembro, lançar o serviço para 100 mil usuários.

10 de julho de 2009

Google anuncia rival do Windows, da Microsoft

Fonte: BBC Brasil - Adnews


O Google está desenvolvendo um sistema operacional para computadores pessoais, em um desafio direto ao líder de mercado, o Windows, desenvolvido pela Microsoft.

O Google Chrome OS (operating system) será voltado inicialmente para netbooks, computadores portáteis menores, mais baratos e com menos recursos que os laptops.

Máquinas equipadas com o Google Chrome OS devem estar no mercado em meados do ano que vem. A ideia é, no futuro, usar o sistema operacional também em PCs.

“Rapidez, simplicidade e segurança são os aspectos-chave do Google Chrome OS”, anunciou a empresa em seu blog oficial. Segundo o Google, o sistema operacional será uma “extensão natural” do seu navegador de internet, Chrome.

O novo sistema operacional será um software de código aberto (”open source”). Para a Microsoft, a notícia vem poucos meses antes do lançamento da nova versão do seu sistema, o Windows 7.

Volta aos princípios

Os autores do post, Sundar Pichai, vice-presidente de produtos do Google, e Linus Upson, diretor-engenheiro da empresa, disseram que o novo sistema foi desenhado “para ser rápido e leve, iniciar e levá-lo para a internet em questão de segundos”.

“Os sistemas operacionais que os usuários têm à disposição foram desenhados em uma era em que não havia a rede”, eles argumentaram, acrescentando que o Chrome OS é “nossa tentativa de repensar o conceito de sistemas operacionais”.

A pesquisa levou os programadores de volta aos princípios, afirmaram. “Estamos redesenhando completamente a arquitetura de segurança subjacente do sistema, de forma que os usuários não tenham que lidar com vírus, programas malignos e atualizações de segurança.”

Para o Google, um sistema operacional “tem simplesmente que funcionar”.

A empresa já possui um sistema operacional para telefones celulares, o Android, que também pode ser usado em netbooks. O Chrome OS será voltado também para laptops e computadores de mesa de usuários que passam muito tempo conectados.

Competitividade

O anúncio pode mudar dramaticamente o mercado de sistemas operacionais, especialmente o nicho da Microsoft, cuja participação nele é de cerca de 90%.

“Este é um grande anúncio”, disse um analista, Rob Enderle, presidente do grupo Enderle. “É a primeira vez que temos no mercado um sistema operacional competitivo de fato. Este tem o potencial de balançar as coisas e é a primeira tentativa real de fazer frente à Microsoft.”

O analista disse à BBC que “o Google está chegando (neste nicho) de cabeça fresca”, e que o Chrome OS “é o primeiro sistema operacional pós-internet, baseado em uma série de serviços da web, desenhado de baixo para cima e repensado para um mundo conectado”.

No ano passado, a empresa lançou seu navegador Chrome, anunciado como para “pessoas que vivem na web - procurando informações, checando e-mails, acompanhando as noticias, comprando ou simplesmente mantendo o contato com os amigos”.

Para Stephen Shankland, da CNET, o lançamento tem grandes implicações.

“Uma é mostrar quão séria é a proposta do Google de tornar a rede uma base não apenas para páginas estáticas, mas aplicativos ativos, especialmente os seus próprios, Google Docs e Gmail”, ele afirmou.

“Outra é iniciar uma nova competição com a Microsoft e, potencialmente, dar uma nova razão para autoridades de regulação da concorrência prestarem atenção aos passos do Google.”

Para outros analistas, as motivações do Google são bastante claras.

“Um dos principais objetivos do Google é tirar a Microsoft (do mercado), destruir sistematicamente a sua participação no mercado”, disse Enderle. “O Google quer eliminar a Microsoft e esta é uma batalha única. A estratégia é boa. A grande questão é: será que vai funcionar?”

Em um blog popular, TechCrunch, o autor de uma postagem sobre o tema, MG Siegler, disse que é preciso “ser claro sobre o que isto realmente é”.

“Isto é o Google soltando a mãe de todas as bombas sobre sua rival, a Microsoft.”


Google finalmente tira Gmail da versão beta

Fonte: Info Online - Adnews

Após mais de cinco anos em versão de teste, o Gmail, do Google, finalmente deixou de ser beta.

O Google afirmou que seu serviço de e-mail e outras três aplicações da suíte Google Apps agora são produtos oficialmente acabados.

Entretanto, isso não significa nem que o Google vai parar de aperfeiçoar as ferramentas nem que ele as atualizou nesta terça-feira (07/07).

Na verdade, sair do beta significa pouco na prática. Para quê serve a mudança então?

Para o Google, a novidade é mais uma tentativa de atrair novos usuários corporativos do que uma evolução dos aplicativos.

A principal versão do Google Apps custa 50 dólares por usuários para clientes corporativos, que têm direito a ferramentas como acesso offline e suporte 24 horas nos sete dias da semana.

“Muitas das empresas que analisaram as aplicações as consideraram finalizadas”, disse Rajen Sheth, gerente de produto do gigante das buscas, “Mas havia um fator abstrato de percepção em relação à versão beta que afastava clientes corporativos.”

O Google Calendar, o Google Docs e o Google Talk não são mais programas em versão beta. Outras aplicações não incluídas na suíte Apps - como o Google Scholars - vão permanecer em beta.

Usuários noltágicos do Gmail não devem se desesperar: será possível manter a etiqueta “beta” na interface do programa.

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